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Bogotá planeja implantar pedágio urbano
Postado em Cidades Sustentáveis em 02/02/2012 às 14h10
por Redação EcoD
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Pedágio urbano em Estolcomo/Foto:Milton Jung

A medida não é nada popular, mas já é apontada como solução para reduzir congestionamento e poluição nos centros das grandes cidades: o pedágio urbano. Bogotá é a mais nova cidade a aderir ao sistema, que irá cobrar uma taxa dos veículos que circularem pelo “centro ampliado”.

O prefeito da cidade, Gustavo Petro, justificou que a cobrança não é pela posse do carro e sim por utilizá-lo em áreas de riscos. A medida já foi adotada por várias cidades, como Londres (Inglaterra), Singapura (Singapura) e Estocolmo (Suécia). Bogotá será a pioneira na América Latina.

Para mitigar o problema causados pelo alto fluxo de veículos, Bogotá conta com um rodízio de placas, semelhante a de São Paulo, e é referência no sistema de transporte público Bus Rapid Transit (BRT).

Segundo a prefeitura, a ideia é reverter a arrecadação do pedágio em investimentos para o transporte público e meios não poluentes, como a bicicleta – a capital colombiana possui cerca de 300 km de ciclovias.

Embora não tenha sido aprovado oficialmente, informações preliminares estimam que a tarifa fique em torno de 2.500 pesos colombianos.

Sistema

As características do sistema devem ser semelhantes às adotadas em Singapura. A cobrança será realizada a partir de um dispositivo eletrônico chamado de “terceira placa”, um transmissor obrigatório conectado ao sistema. Quando o carro passar pelas zonas de congestionamento, será debitado automaticamente a cobrança do pedágio na conta de débito ou crédito do condutor.

Outra semelhança é a variação da tarifa nas horas de pico, a depender do nível de congestionamento.

Além de ser uma ferramenta para combater o congestionamento, o pedágio urbano também auxilia as cidades a economizar bilhões de dólares em perda de produtividade econômica, custos com saúde pública e, ainda, ajuda a melhorar a qualidade ambiental.

 


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Tags: Carros e Transportes , Cidades Sustentáveis , Economia e Política
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