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Decisão judicial não prejudica cronograma das obras de Belo Monte, afirma consórcio
Postado em Energia em 04/11/2011 às 10h02
por Agência Brasil
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Os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e o presidente da Funai, Márcio Meira, durante reunião com lideranças indígenas no Palácio do Planalto/Foto: José Cruz/ABr

O diretor-presidente da Norte Energia, empresa responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, Carlos Nascimento, acredita que a decisão judicial que impede as obras no Rio Xingu não vai atrasar o cronograma de construção da usina, prevista para entrar em operação em 2015. “Estamos dentro do cronograma, essas são dificuldades inerentes a um projeto dessa magnitude. A liminar diz que não podemos fazer obras no leito do rio, mas temos muitas obras que são feitas no seco”, explicou.

Nascimento destacou que a empesa já recorreu da decisão da 9ª Vara Federal no Pará, que proibiu a empresa de fazer qualquer alteração no leito do Rio Xingu. O executivo participou na quinta-feira, 3 de novembro, de uma reunião no Ministério do Planejamento para tratar do andamento da obra. Segundo ele, o contrato de financiamento de R$ 20 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a obra deve ser liberado até dezembro.

Também participaram da reunião os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão; da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho; do Planejamento, Miriam Belchior; e os presidentes da Eletrobras, José Carvalho da Costa Neto; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl; e da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira.

O governo apresentará o balanço trimestral do PAC no dia 17 de novembro.



Tags: Economia e Política , Energia
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Este post

Comentado por João Vitor em 04/11/2011 17:15

Cara, usina hidrelétrica é uma droga, destrói o meio ambiente, aquela papo de ecológica, bla bla bla, é balaio, tudo bem que comparada a uma termoelétrica ele é bem melhor, mas, o problemas sociais que ela traz são um saco, o povo tem que ser deslocado, para atender ao interesses de gente que eles nunca vão ver. Eu sou a favor de outros métodos, solar, eólica, eólica dentro do mar.
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