Inovação Social
Por Tennyson Pinheiro
Redes sociais
Por Angélica Consiglio
O PIB pode enganar
Por José Eli Veiga
Como você cuida da alimentação?
Compro alimentos orgânicos
Tenho uma horta em casa
Como pouco fastfood e enlatados
Não me preocupo com a origem dos alimentos
Tragédia no Golfo do México acelera plano brasileiro de emergência
Eletrocooperativa dá nova perspectiva para jovens de todo o país
Gigantes da aviação sul-coreana comprometem-se a reduzir emissões de carbono
Em visita ao Brasil, chefe do Pnud elogia papel do país rumo aos ODM
Comitê do Patrimônio Mundial atualiza lista dos sítios em perigo

Florestas desmatadas na Amazônia estão se recuperando, afirma Inpe

Postado em Biodiversidade em 29/08/2009 às 15h00
por Prima Pagina / PNUD Comentários (0) RSS
Diminuir Fonte Fonte Padrão Aumentar Fonte

ss.JPG
Cerca de 20% de florestas derrubadas estão conseguindo se restabelecer, segundo pesquisa / Foto:
Andredeak

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou na última sexta-feira, 28 de agosto, os primeiros dados sobre a regeneração de áreas de florestas desmatadas na Amazônia. O levantamento preliminar do Inpe, feito para o Amapá, Pará e Mato Grosso, mostra que em média 20% da floresta derrubada está conseguindo se recompor.

Para o cálculo da área em regeneração, o Inpe considerou as áreas em que a floresta conseguiu crescer o suficiente para que os satélites identificassem a cobertura vegetal. O levantamento utilizou as imagens de 2007. No Pará, dos 233.399 quilômetros quadrados (km²) derrubados, cerca de 50 mil km² estavam em processo de regeneração, 22% do total.

No Amapá, o Inpe registrou um percentual de regeneração de 25%, com 619,7 km² de área em recuperação dos 2,4 mil km² desmatados no estado. Em Mato Grosso, do total de 201.798 km² desflorestados, 22,1 km² estão se regenerando, o equivalente a 11%.

Os dados mostram que o uso da terra é mais intenso em Mato Grosso, onde a floresta foi substituída por culturas agrícolas (principalmente a de soja), que no Pará, onde o desmatamento abre pastos para a pecuária, e as áreas de pastagem são abandonadas após alguns anos.

De acordo com o Inpe, o acompanhamento da recuperação da floresta vai permitir avaliar o tempo de vida da chamada vegetação secundária e monitorar o quanto de carbono as novas árvores absorvem.

Os números foram apresentados durante a inauguração do Centro Regional da Amazônia, nova unidade do Inpe, em Belém (PA). A ideia é que o centro gradativamente passe a concentrar o monitoramento e as pesquisas sobre a Amazônia feitas pelo instituto.

Tags: Biodiversidade
Voltar
Ver Comentários (0)  imprimir  indicar
Comentar
Você pode adicionar um comentário, em formato de texto simples, preenchendo o formulário abaixo.
Nome
(Required)
(Required)
(Required)
Enter the word
O conceito de EcoDesenvolvimento foi incorporado como sendo o Desenvolvimento Sustentável de nosso planeta, visando o equilíbrio entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico e social.(Leia mais)
Arte Social
Calculadora de CO2
COP15
Dia Mundial da Água
EcoD Básico
Fórum Social Mundial
Games Online
Glossário de Termos
Guia da Construção Verde
Inspire-se
ISO 26000
Jogo Negócio Sustentável
Parceiros EcoD
Rede EcoD
Relatório de Sustentabilidade
Semana do Meio Ambiente
TED
Newsletter
Orkut & Facebook
RSS
Twitter
Use EcoFont
Blog do Líder
Conversa Sustentável
Blog do Planeta
Blog Mara Luquet
Eco4Planet
Embalagem Sustentável
Ines Carvalho
Verdinho Básico
Árvore da Vila
Accountability
American Wind Energy Association
Centro Nacional de Referência em Biomassa - CENBIO
Click Árvore
CorpWatch - Holding Corporations Accountable
CSR Europe - Corporate Social Responsability
Database of State Incentives for Renewable Energy
Arquivos 2010
» Arquivos 2010
» Janeiro
» Fevereiro
» Março
» Abril
» Maio
» Junho
» Julho
Arquivos 2009
Arquivos 2008

O Portal EcoD é um projeto do Instituto EcoDesenvolvimento
Direitos Autorais - Condições de uso do conteúdo
SEJA PARCEIRO DO ECOD