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Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis é exposta no FSM
Postado em Cidades Sustentáveis em 28/01/2010 às 21h55
por Murilo Gitel/Redação EcoD
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Evento foi realizado no Armazém 7 do Cais do Porto. Maurício Broinizi Pereira, da secretaria-executiva da organização, está de camisa azul escura/Foto: Murilo Gitel/EcoD

Uma atividade para apresentar a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis foi realizada na quinta-feira, 28 de janeiro, no Fórum Social Mundial (FSM) de Porto Alegre. O evento foi promovido logo depois de a entidade ter promovido o debate “Novos Parâmetros para o Desenvolvimento”, que contou com as presenças do sociólogo Boaventura de Souza Santos, da senadora Marina Silva (PV-AC) e do idealizador do FSM, Oded Grajew.

O secretário-executivo da rede, Maurício Broinizi Pereira, explicou os objetivos e a metodologia utilizados pela organização lançada há cerca de um ano e meio, em Minas Gerais, ao público presente. “O Movimento Nossa São Paulo (MNSP), fundado em 2007, é um braço importante do nosso trabalho, mas é bom lembrar que atualmente mais de 30 cidades integram a rede, o que comprova o fortalecimento da sociedade civil brasileira”.

Pontos importantes no que diz respeito à qualidade de vida das cidades foram abordados durante o evento. Broinizi destacou o lançamento dos Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município (Irbem) por parte do MNSP, além de ressaltar a criação da Emenda nº30 à Lei Orgânica municipal, que institui o Programa de Metas.

“Esta lei já foi adotada por uma série de municípios em todo o Brasil. Agora, o prefeito eleito tem até três meses depois de eleito para apresentar, detalhadamente, quais serão seus objetivos para com a cidade, com a população”, enfatizou Broinizi.

Para Oded Grajew, que também idealizou o MNSP, as pesquisas de opinião pública ajudam os movimentos voltados para a sustentabilidade das cidades a diagnosticarem as maiores carências da população. “É evidente que os institutos e demais órgãos de pesquisa não conseguem ouvir 100% dos habitantes, mas elas têm evoluído muito e apresentado resultados esclarecedores”, ponderou.

Ao longo da atividade, o público presente (de várias cidades do país e até da Argentina) fez uma série de questionamentos sobre a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, um indicativo de que demonstraram interesse de articular movimentos civis e organizados nos municípios onde habitam. “Estou bem interessada no movimento, quero compreendê-lo melhor”, afirmou a estudante gaúcha Louise Cristina.


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Tags: Cidades Sustentáveis , Economia e Política , Eventos Sustentáveis
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