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Pesquisa traça perfil dos jovens da geração Y, filhos da revolução digital
Postado em Juventude em 17/06/2010 às 15h44
por Redação EcoD
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Quando se tornarem líderes, jovens da geração Y vão priorizar a flexibilidade de horários e as novas formas de trabalhar.

O jovem de hoje pensa diferente, age de maneira própria e vê o mundo com outros olhos. É um novo cenário para se criar também novos modelos de negócios, gestão e relacionamento. Os jovens nascidos nos anos 80 e 90, contemporâneos da revolução digital e conhecidos como geração Y, são inquietos e querem crescer rápido na carreira.

Eles são especialistas em lidar com tecnologia, usam mídias sociais com facilidade, sabem trabalhar em rede e estão sempre conectados. Mas se preocupam com o mercado de trabalho altamente competitivo e buscam cada vez mais a formação superior e o ingresso na carreira pública como passaporte para a estabilidade profissional.

Os dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (Ibmec), iniciada em 2007, que mapeou em profundidade um grupo de estudantes de administração de várias instituições de ensino superior e mostrou que, apesar das semelhanças, esses jovens não têm um perfil homogêneo.

A geração Y sucede a chamada geração X, das pessoas que hoje estão na casa dos 40 anos de idade, e que sucederam a geração dos baby boomers, nascidos depois da 2ª Guerra Mundial, hoje com 60 anos ou mais.

“Esses jovens, por serem altamente tecnológicos, têm uma relação com a comunicação diferente da geração anterior. Um jovem hoje consegue ver televisão, trabalhar no computador, conversar no MSN e ainda ouvir uma musiquinha. Essa característica, as gerações anteriores não têm”, comparou a economista Lúcia Oliveira, professora da graduação em administração do Ibmec.

A pesquisa constatou quatro perfis distintos de jovens da geração Y, conforme a visão sobre a vida e o trabalho:

Engajados: aceitam as condições do mercado de trabalho sem questionamentos e centralizam a vida na carreira profissional

Preocupados: também dão excessiva importância à carreira, mas têm ambições mais modestas.

Céticos: são críticos do mercado privado, por considerarem que há uma competição exagerada e nociva, e preferem as carreiras públicas ou acadêmicas.

Desapegados: dão menos importância ao trabalho do que às atividades ligadas à família e ao lazer, e visam as empresas públicas.

“Todos esses jovens veem o mercado de trabalho brasileiro como altamente competitivo. Para eles, encontrar emprego não é fácil, nem simples”, ressaltou a economista, que ouviu 31 estudantes em pesquisa qualitativa, com entrevistas individuais de até uma hora e meia.

Informalidade nas relações pessoais

O contato com o grupo também levou a professora a constatar outras características típicas dos jovens nascidos nos anos 80 e 90, como a informalidade nas relações pessoais – menos hierarquizadas - e a facilidade de trabalhar em grupo, formando redes, em tarefas colaborativas, que não precisam nem ser feitas no mesmo espaço, mas pela internet.

“Eles estão acostumados a trabalharem em conjunto. Quando se tornarem líderes, vão priorizar a flexibilidade de horários e as novas formas de trabalhar. Um exemplo de empresa jovem é a Google, onde as pessoas não têm que bater ponto e está sendo muito bem sucedida, com um modelo de gestão diferente. Os mais velhos vieram de uma época em que as relações se davam no nível pessoal e não no virtual. A geração Y está habituada a se comunicar, a se integrar e a colaborar virtualmente”, conclui Lúcia Oliveira.

Informações de Vladimir Platonow, repórter da Agência Brasil.



Tags: Empreendedorismo , Empresa Sustentável , Juventude , Micro e Pequenos EcoNegócios
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