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Cambater a discrminação racial, de genêro e sexual: este é o objetivo da inciativa / Foto: Ghirigori Baumann
Às vésperas do Carnaval, o país se prepara para a maior festa brasileira. Em Salvador, na Bahia, a tradicional comemoração da data será marcada pelo Observatório da Discriminação Racial, da Violência contra a Mulher e Homofobia. O projeto tem a missão de promover a igualdade de gênero e raça da população.
O Observatório da Discriminação, iniciativa implementada pela Secretaria Municipal de Reparação (Semur), da Prefeitura de Salvador, existe desde 2006 e tem o objetivo de receber denúncias sobre atos de racismo ou de violência e, dessa forma, aumentar o acesso aos serviços disponíveis para a população da cidade.
O projeto será realizado com observadores sociais que realizam o mapeamento de ações discriminatórias, com a distribuição de informativos e sensibilização dos foliões sobre o combate às ações de discriminações raciais, violência contra a mulher e combate à homofobia.
Neste ano, a iniciativa ampliou seus pontos de observação. Além do posto central, localizado na Ladeira de São Bento, serão instalados mais três postos nos circuitos: da Barra, da Ondina e no Campo Grande.
Para colocar o trabalho em prática, a Semur conta com parceria da Defensoria Pública da Bahia, da Fundação Cultural Palmares, do Ministério Público da Bahia, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), entre outras instituições.
Para denunciar durante o carnaval:
Se presenciar algum ato de racismo ou violência, denuncie pelo Disque 156 ou um dos postos do Observatório da Discriminação Racial, da Violência contra a Mulher e Homofobia (Ladeira de São Bento, Barra, Ondina e Campo Grande).
*Com informações da Unfpa
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