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Inca lista sete recomendações para reduzir câncer de mama no país
Postado em Vida e Saúde em 15/10/2010 às 19h30
por Redação EcoD
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O Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou nesta sexta-feira, 15 de outubro, sete recomendações para reduzir a mortalidade por câncer de mama no país. Apesar dos avanços científicos e da expansão da rede de saúde, a doença atinge 49,2 mil brasileiras por ano, causando 11 mil mortes anuais.

O diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, alertou que, além de seguir as recomendações do instituto, a principal atitude da mulher para combater a doença ainda é a consulta médica regular e precoce, desde o início da adolescência.

“Desde quando a mulher entra na puberdade, é fundamental que ela tome consciência de seu próprio corpo. Está comprovado, cientificamente, que quanto mais cedo é feito o diagnóstico, melhor a chance de cura, maior o tempo de sobrevida e melhor a qualidade de vida”, afirmou.

Santini ainda ressaltou a necessidade de os médicos qualificarem o atendimento, realizando sempre ações que promovam a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, independentemente do tipo de consulta prestada.

De acordo com o Inca, os maiores índices de mortalidade por câncer de mama no país são registrados nos estados do Rio de Janeiro, 16,80 por 100 mil habitantes e do Rio Grande do Sul, 15,54 por 100 mil, no Distrito Federal, 15,40 por 100 mil, e no estado de São Paulo, 14,65 por 100 mil.

A explicação para os maiores índices justamente nos estados mais desenvolvidos é que a doença aumenta segundo o avanço da idade da população, que viveria mais nesses estados.

Confira as recomendações do Inca:

1. Toda mulher tenha amplo acesso à informação com base científica e de fácil compreensão sobre câncer de mama.

2. Toda fique alerta para os primeiros sinais e sintomas do câncer de mama e procure avaliação médica.

3. Toda mulher com nódulo palpável na mama e outras alterações suspeitas tenha direito a receber diagnósticos no prazo máximo de 60 dias.

4. Toda mulher de 50 a 69 anos faça mamografia a cada dois anos.

5. Todo serviço de mamografia participe de Programa de Qualidade em Mamografia. A qualificação, quando obtida, deve ser exibida em local visível às usuárias.

6. Toda mulher saiba que o controle do peso e da ingestão de álcool, além da amamentação e da prática de atividades físicas, são formas de prevenir o câncer de mama.

7. A terapia de reposição hormonal, quando indicada na pós-menopausa, seja feita sob rigoroso acompanhamento médico, pois aumenta o risco de câncer de mama.

As recomendações do Inca fazem parte da campanha mundial Outubro Rosa, que é realizada em vários países a fim de alertar as mulheres para a necessidade de prevenção e diagnóstico do câncer de mama.


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Tags: Vida e Saúde
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Ver Comentários (1)  imprimir  indicar

Ponto de vista:- Cancer da mama feminina

Comentado por joao josé dos santos em 16/10/2010 14:23

Pontos de vista:- Câncer de mama feminina.
No meu entender, urge que se faça um estudo sobre os efeitos benéficos e maléficos do uso dos sutiãs pelas mulheres. Inclusive que se faça uma pesquisa com as vítimas de câncer de mama, para saber se usavam ou não sutiãs antes dos diagnósticos.
Poderiam fazer também uma comparação com a história do sutiã e os históricos de diagnósticos de cânceres de mamas femininas.
Considerando que o sangue é o responsável de conduzir os nutrientes para todas as partes do corpo, e também de conduzir as toxinas para serem eliminadas pelos rins, penso que os usos de sutiãs pelas mulheres prejudicam que o sangue cumpra em toda a sua plenitude as duas funções vitais para a boa saúde das mamas.
Penso que se as mamas das mulheres não sofressem com o uso do sutiã os efeitos suspensórios e de arrochos a que infelizmente são submetidas em busca de umas boas visões corporais, e ficassem os mais livres possíveis, seriam muito mais saudáveis, e os quadros clínicos de cânceres de mamas diminuiriam.
Penso que quanto mais livres, e com exercícios e massagens apropriados as mamas femininas, ficariam menos suscetíveis a flacidez, e às doenças.
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