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Iniciativa lançada pela Organização das Nações Unidas em 1999 para incentivar as empresas a contribuírem com a construção de uma economia global mais sustentável e inclusiva. Mais de 200 companhias brasileiras aderiram ao movimento, que promove os direitos humanos e de trabalho, protege o meio ambiente e combate a corrupção.
Criado pela Organização Meteorológica Mundial (OMN) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o órgão estuda as questões das mudanças climáticas. O IPCC é formado por 2.500 cientistas de mais de 130 países e publica relatórios científicos de alta credibilidade.
O Anexo I da UNFCCC é integrado pelas Partes signatárias de uma convenção ou de uma reunião para um possível acordo e pelos países industrializados da antiga União Soviética e do Leste Europeu. A divisão entre Partes Anexo I e Partes Não Anexo I tem como objetivo separar as partes segundo a responsabilidade pelo aumento da concentração atmosférica de gases de efeito estufa. As Partes Anexo I possuem metas de limitação ou redução de emissões.
Ou stakeholders, são públicos relevantes com interesses pertinentes à companhia, ou ainda, indivíduos ou entidades que assumam algum tipo de risco, direto ou indireto, em face da sociedade. Entre outros, destacam-se: acionistas, funcionários, comunidade, clientes, fornecedores, credores, governos e organizações não-governamentais.
As Partes Não Anexo I são todas as Partes da UNFCCC não listadas no Anexo I, entre as quais o Brasil, que não possuem metas quantificadas de redução de emissões.
Conjunto de obrigações, contraídas de forma voluntária ou involuntária pela companhia, expressas em valor monetário e associadas à:
(1) multas, dívidas, ações jurídicas, taxas e impostos, resultantes da inobservância de requisitos legais ou normativos, eventos de poluição ou degradação ambiental;
(2) custos associados ao planejamento, aquisição e implantação de procedimentos e tecnologias destinadas à adequação de não conformidades ambientais (decorrentes de requisitos legais ou normativos, de requisitos técnicos ou obrigações estabelecidas em procedimentos de licenciamento);
(3) custos associados ao atendimento de obrigações constantes de termos de compromisso ou termos de ajustamento de conduta ambiental;
(4) dispêndios necessários à investigação, recuperação e monitoramento de áreas degradadas (entre as quais as áreas contaminadas).
É um movimento de pedestres em bicicletas que busca divulgar a magrela como meio de transporte, além de criar condições favoráveis para o uso do veículo e tornar o transporte público mais sustentável. Esses eventos são realizados em diversas cidades brasileiras, e em todas as capitais.
É um importante instrumento de avaliação dos impactos antrópicos no meio natural. Usada como indicador de sustentabilidade ambiental. Mede e gerencia o uso de recursos naturais, como terra e água, por exemplo, necessários para sustentar as gerações atuais, tendo em conta os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população. A pegada contrasta o consumo dos recursos naturais pelas atividades do homem com a capacidade de suporte da natureza e mostra se os impactos são sustentáveis a longo prazo. Possibilita também que se façam comparações entre indivíduos, cidades e nações. Calcula em hectares a área necessária para produzir o que o ser humano consome e para absorver os resíduos desses processos durante um ano. A conta é feita considerando toda a quantidade de água e de espaço físico necessários para o plantio, pastagem, pesca etc. É conhecida em inglês pela expressão "ecological footprint".
“Cuidado com a Terra, Cuidado com as Pessoas e Repartir os Excedentes”. Estes são os três pilares que sustentam a Permacultura.
O termo refere-se à utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.
Integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia, a permacultura foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.
Tempo em que o carbono armazenado por sequestro permanece em um reservatório, sem ser liberado novamente. Apenas reservatórios permanentes são aceitáveis para propósitos de política climática. Tal definição pode ser encontrada no Livro "Perguntas e Respostas sobre o Aquecimento Global" publicado pelo Ipam.
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