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Programa de reciclagem da Coca-Cola em ação no Rio de Janeiro/Foto: Divulgação
Diante da celebração do Dia do Meio Ambiente, que ocorre 5 de junho, a Coca-Cola do Brasil aproveitou para divulgar ações da companhia voltadas às práticas de sustentabilidade e do seu programa Viva Positivamente. A organização decidiu assumir e fortalecer uma postura de responsabilidade socioambiental e incorporar a filosofia em todas suas unidades, por meio de projetos como Água Limpa, Minitampa, bottle-to-bottle e construções de "fábricas verdes".
A Coca-Cola do Brasil explica que o “Viva Positivamente” vai além de uma campanha temporária: “trata-se de uma plataforma que reúne os princípios, valores e áreas de atuação prioritárias para que a operação do Sistema Coca-Cola Brasil continue avançando para permitir o crescimento de forma sustentável. Essa plataforma inclui sólidos compromissos de caráter ambiental, social e econômico, tanto inerentes à própria operação, como a redução do consumo de água e de fontes não renováveis de energia, quanto externos, como uma efetiva contribuição para redução da evasão escolar do ensino público fundamental.”.
Ações em prol do meio ambiente
A companhia adotou um sistema eficiente e racional da água. Hoje, a Coca-Cola Brasil utiliza 2,08 litros de água para cada litro de bebida produzido, incluindo o litro que vai dentro da embalagem. Segundo a companhia, um dos melhores índices da indústria do mundo.

Sistemas de reaproveitamento de água em todas as fábricas captam cerca de 89 milhões de litros.
Em todas as unidades da companhia no Brasil, o “Programa Água Limpa” trata, entre outras coisas, da qualidade da água que é devolvida à natureza pelos fabricantes e da economia na utilização deste bem. Atualmente, por exemplo, nove fabricantes e a sede da empresa no Rio de Janeiro utilizam o sistema de captação de água da chuva, inclusive como fonte bruta no processo industrial, o que representa 2,3% da média de consumo destas fábricas, podendo chegar a 12% em algumas delas. Hoje, a capacidade de captação em todas as fábricas, incluindo a sede, é de 89 milhões de litros de água por ano.
Outra ação importante é a construção de “fábricas verdes”. Em 2008, foram iniciados dois empreendimentos nessa linha: uma fábrica da Leão Junior na Grande Curitiba e outra de fabricação de refrigerantes em Maceió. Os edifícios e os equipamentos dessas unidades utilizarão com a máxima eficiência recursos naturais como ventilação, luminosidade, terreno e água, resultando em prédios inteligentes e sustentáveis. Além disso, todos os caminhões que fazem parte da frota da Coca-Cola utilizam biodiesel.

Nova tampa das garrafas pet pode economizar matéria-prima para produzir 120 milhões de novas embalagens.
A empresa constantemente investe no desenvolvimento de embalagens mais eficientes, como é o caso da Minitampa, para garrafas PET, com alturas da tampa e do bocal menores que a do padrão atual, diminuindo o consumo da resina derivada de petróleo. A projeção da Coca-Cola Brasil é de que, com a diminuição em 4 milímetros na altura das garrafas, a redução anual no consumo de PET corresponda, em 2012, ao equivalente, ao material necessário para produzir 120 milhões de embalagens de 2 litros.
O sistema bottle-to-bottle também busca reduzir o consumo de matéria-prima. O programa consiste em reaproveitar as garrafas pet para a produção de novas embalagens, assim como já acontece em muitos outros países do mundo, aumentando a demanda pela resina reciclada e agregando valor à cadeia de suprimentos, o que favorece, especialmente, catadores e cooperativas de catadores. Esse processo está em fase de testes. A expectativa é que nos próximos 10 anos, até 25% da resina PET utilizada no Brasil seja material reciclado.
Instituto Coca-Cola
O Instituto Coca-Cola desenvolveu a ação Reciclou Ganhou, lançada em 1996. Hoje, o programa apoia 70 cooperativas de catadores em 17 estados brasileiros. Além de estimular a reciclagem através do apoio direto às cooperativas, o programa também engaja os consumidores. O Brasil é hoje o país com maior índice de reciclagem de alumínio, com 96%, e uma dos maiores em reciclagem de pet, com 53%.
O Programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras tem o objetivo de melhorar a quantidade e a qualidade de água em microbacias. Lançado em 2007, o programa foi iniciado na bacia do rio Piraí, na Serra do Japi, em São Paulo. O projeto, que tem um investimento estimado de R$ 27 milhões para a primeira fase, prevê a recomposição florestal de áreas próximas a rios e lagos com o plantio de cerca de três milhões de espécies nativas, em uma área de 3000 hectares. Já em 2007, o programa recebeu o reconhecimento internacional do Clinton Global Initiative como ação relevante para a sustentabilidade do planeta.
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