| As obras de mobilidade urbana têm avançado em sua cidade? | |

Acesso à água potável não é privilégio de todos/Foto: hdptcar
Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo estão desprovidas de acesso a água potável devido ao crescente aumento da procura e baixa disponibilidade.
A afirmação foi feita no domingo, 16 de agosto, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em uma nota para marcar o início da Semana Mundial da Água, que segue até o próximo sábado, 22.
Busca de soluções
Centenas de representantes de governos, sociedade civil e especialistas estão reunidos em Estocolmo, capital da Suécia, para partilhar soluções inovadoras em questões ligadas à falta de água e debater o seu impacto sobre a pobreza, a saúde, a educação, a igualdade de genêro e meio ambiente.
O evento de uma semana é patrocinado pelo Unicef e conta com o tema "Responder aos desafios globais: o acesso à água para o bem comum".
O Unicef considerou ser encorajador o fato de 87% da população mundial ter acesso a água potável. Contudo, a agência da ONU indica que cerca de 4,5 mil crianças morrem todos os dias antes de completarem cinco anos por conta da falta de água, saneamento e higiene.
Fontes de Água
O Coordenador geral da Agência Nacional de Águas do Brasil, Antônio Felix Domingues, detalhou à Rádio ONU, de Estocolmo, as iniciativas do governo brasileiro para facilitar o acesso à agua.
"No Nordeste brasileiro, muitas vezes, mesmo na beira do rio, as pessoas têm dificuldades de acesso à água por falta de condições econômicas e sociais. Mesmo assim, por meio do Pro-Água Semi-Árido, que foi um projeto financiado pelo Banco Mundial, nós construímos muitas adutoras, o que fez a água andar pelo nordeste brasileiro. Existe um programa das populações de construção de cisternas para as pessoas que vivem na área rural, onde você não tem condições de cavar um poço. Então, através destas cisternas, você capta a água da chuva", explicou.
Segundo o Unicef, a atual crise econômica, juntamente com o aumento de emergências, deixou milhões, particularmente mulheres e crianças, sem serviços básicos de acesso à água e saneamento. A agência indica ainda que as mudanças climáticas aumentam esta preocupante situação.
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Portal EcoD é um projeto do Instituto EcoDesenvolvimento
Direitos Autorais - Condições de uso do conteúdo
SEJA PARCEIRO DO ECOD